"Avançar as fronteiras do jornalismo para além dos limites convencionais que ele próprio se impõe" (Edvaldo Pereira Lima)
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Planejamento e adaptação
As coisas não costumam sair conforme o planejado. A saída é adaptar. Com essa breve reflexão eu declaro o início da reta final!
terça-feira, 24 de abril de 2012
Explique melhor
Após
a apresentação formal, considero que alguns esclarecimentos adicionais são necessários para alinhar as expectativas dos possíveis leitores.
O
primeiro ponto é que as postagens terão tempos verbais variados. A mensagem
anterior foi redigida como uma carta de intenções conjunta entre os
participantes do projeto, mas a maior parte das postagens será autoral. Pedi
para o Miguel criar um Gmail, o que, surpresa minha, o rapaz ainda não tinha,
portanto em breve ele estará por aqui compartilhando suas idéias conosco.
O
segundo ponto é informar o que o visitante irá encontrar nesse espaço. Acho
importante deixar esse ponto claro porque a Internet é, em grande parte, um
espaço caótico de informações irrelevantes e desconexas. A última coisa que eu
quero é fazer alguém perder a atualização importante do amigo no Facebook sobre
a menina que raspou
o cabelo ao vivo no programa Pânico.
Aqui
será publicado o processo utilizado pelo grupo para a construção do
livro-reportagem: estrutura do projeto, temas abordados nas reuniões,
entrevistas brutas e editadas. Vejo futuramente esse espaço como um guia
detalhado do que fazer e o que não fazer em um livro-reportagem.
Para
alguns o assunto será chato, principalmente no início, em que o material está
tomando forma e devo compartilhar documentos de projeto e anotações de
pesquisa. Não posso deixar de colocar esse material, pois ele é parte essencial
do processo. Nos próximos meses, entre junho e setembro, imagino que as coisas
fiquem bem mais interessantes. Vamos visitar o Acre e o blogue ficará mais
ativo do que nunca. Entrevistas serão publicadas, além de fotos e vídeos das
nossas andanças pela Amazônia.
Por
último, o espaço de comentários está aberto e não-moderado. Por mais que o
projeto não dependa disso, ele ficará muito mais rico com a participação de
estranhos, seja criticando, seja elogiando. A gente aguenta o tranco.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
O que é?
Essa mensagem marca o nascimento do blogue Acreação. O parto foi simples e rápido, graças ao “incrível” trabalho do suporte automático do Blogger. Ele nasceu feio, como todo recém-nascido com cara de joelho. Surpreendentemente não chorou e aos poucos está se acostumando com a luz. Temos esperança de que ficará bonito.
Vamos quebrar a comparação do nascimento do blogue com um parto, para não ficar estranho. Ele foi criado por Miguel Roncada Haddad e Renato Braga Kestener, estudantes de jornalismo da faculdade Cásper Líbero, em São Paulo. Estamos trabalhando no projeto de um livro-reportagem sobre o Acre, aquele Estado situado na região norte do Brasil, que faz divisa com o Amazonas, Rondônia, Bolívia e Peru. Conhece?
O blogue tem o objetivo central de servir como suporte para o projeto. Utilizando o conceito de Eduardo Belo, disponível na obra Livro-Reportagem (Editora Contexto, 2006), um livro-reportagem é “um instrumento aperiódico de difusão de informações de caráter jornalístico. Por suas características, não substitui nenhum meio de comunicação, mas serve como complemento a todos”. Se o livro-reportagem serve como complemento a todos, este blogue será uma das bases de conteúdo para o livro. Aqui poderemos publicar as informações coletadas de uma forma dinâmica e tratar de assuntos diversos, ainda que sempre relacionados com o tema do projeto. Acima de tudo, aqui poderemos experimentar.
Utilizamos a palavra experimentar porque acreditamos que o blogue ainda é uma ferramenta nova para o jornalismo: possibilita uma ampla liberdade de estilo, é barato, público e possui alcance global. Aliar esses dois instrumentos – blogue e livro-reportagem – para nós faz todo sentido. Como mote do nosso projeto, propomos a definição do professor e jornalista Edvaldo Pereira Lima: “Avançar as fronteiras do jornalismo para além dos limites convencionais que ele próprio se impõe”. Admitimos que é um mote prepotente, mas só assim que a brincadeira fica interessante.
Sejamos bem-vindos.
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